terça-feira, 29 de julho de 2014

Ele existe, mas não é real

Há um ano eu lamentava a porta que se fechava, quando mais um amor partia.
Há dois anos, embarcava pela primeira vez em um avião, para encontrar um amor que abriu a porta. Porta essa que fechou assim que retornei.
Há três anos eu colava grau, me formando na universidade.

Tudo isso vivi tudo intensamente, até a última gota.
Mas o que se foi?
Mas e o que ficou?

Somente o que é real fica.
As abstrações são meros enfeites da vida.


Por MARIA, L.P.


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