terça-feira, 11 de setembro de 2012

Independência ou morte

Independência - para eles

ou - para o país

morte - para nós.


Por MARIA,L.P.

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Baseado em fatos (sur)reais

Ano de 2009.
Ele se foi. Apenas pediu um tempo, mas pegou tudo que era seu e foi embora. Pra não mais voltar.
Ela lá ficou. Chorou, adoeceu, se perguntou 'por que foste?'.
Nunca mais o viu. E os anos passaram.


Os anos passaram e ela se refez, mais rápido que ela mesma esperava.
Deixou o cabelo crescer, arrumeu um emprego novo, colocou um piercing, pintou o cabelo, ficou doente de novo, tirou o piercing, sarou.
Fez uma tatto, colocou o piercing de novo, pintou o cabelo de outra cor.
Se apaixonou por outro alguém, escreveu um artigo, terminou a faculdade, se desapaixonou. Fez outra tatoo.

Se apaixonou mais uma vez, viajou, ficou doente de novo, cortou o cabelo, fez outra tatoo, colocou outro piercing, comprou uma moto, emagreceu. Se desapaixonou de novo e viajou.
Foi para outra cidade, conheceu pessoas, se mudou.
Não quis mais se apaoxonar, pois sabia que ficaria doente de novo. Teve alguns amores, se relacionou com algumas pessoas. Cresceu e descobriu que amores vem e vão, e que as pessoas sempre mudam.
Mudou.


Em uma noite quente de festa, o encontrou. Estava feliz, bonita, bem resolvida, livre.
Ele ainda era aboslutamente o mesmo, com alguns quilos a mais, cabelo a menos, experiências a mais.

Ele também mudou. Mas ela não tem histórias para contar sobre ele.

Hoje, ele já não passa mais por aqui.
Hoje, para a felicidade dela.



Por MARIA, L.P.