quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Não estar, mas permanecer sendo o que se é

Andava divangando com um amigo sobre a morte.
Falar sobre a morte com um filósofo, é muito doido!

A quando falo sobre (im)previsões, a morte não se inclui neste conceito. A morte - por mais irônico que isso possa soar - é a coisa mais certa da vida.
A morte é uma ausência, presente.
Morte é não estar, mas permanecer sendo o que se é. É mais uma passagem. É um sentir sem tocar.
A morte, talvez não passe de uma dimensão paralela, uma vez que muitos vivem em dimensões e realidades paralelas. Logo, pode se estar vivo e não viver, estar e não ser.
A morte, ela sim é uma constante, ao contrário da vida. A vida é curta, insana e passageira, diferente da morte que é seca e objetiva.
O triste da morte, é que não a aceitamos, mas ela nos aceita.
A morte vem, se achega e não pede licença, quando em nossa sociedade - em nossas famílias - ela significa algum tipo de tabu. Negamos ela a todo instante, e isso é o que a torna dificil de aceitar.
O fato, é que ela é e está. Aqui, ali, acolá...E não importam as nossas vaidades, ela se aproxima quando estamos menos atentos.


Por MARIA, L.P.

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